Amando cada dia mais o meu gurizinho! Ser mãe é tudo de bom!
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sábado, 12 de abril de 2014

Férias! parte I

Encarar o avião com um bebê é uma coisa... pode até dar certo.

agora, fazer isso com um moleque de 3 anos, no auge da sua energia e vontade de agitar... boa sorte!!


Eis que este ano conseguimos, finalmente, tirar uns dias de férias, nós 3. Fomos para Santarém, oeste do Pará, onde vivem meu pai e (alguns) irmãos. Resumo da viagem: 9 horas viajando, 5 decolagens e muito cansaço! 

Embarcamos em Porto Alegre às 15h30 (já havíamos andado 3 horas de Pelotas até Porto Alegre) e paramos em Curitiba, Salvador, Fortaleza e fizemos uma conexão em Manaus. De lá, voamos para Santarém, onde chegamos às 5h da manhã. Pense em todo esse percurso com um menino de 3 anos.

Empolgado no início, afinal, foi sua primeira viagem de avião, o Erich era só alegria. Quando decolamos pela primeira vez, o avião ganhava altura e ele de joelhos na janelinha (burlando a ordem de apertar os cintos, nean) gritando: "Uhuuul, estamos voando! Estamos no espaço!!!" Foi festejando até Curitiba, quando decidiu que queria ir ao banheiro bem na hora de apertar os cintos pra decolar outra vez. Depois daí, não se aquietou mais; chegando em Salvador, disse que queria descer e que "chega de voar". E ainda faltavam 2 escalas.

Dormiu e acordou umas 3 vezes, foi no banheiro umas 5, às vezes não fazia nada, só queria levantar da poltrona. Naturalmente foi se aborrecendo, afinal, se é cansativo pra um adulto, imagina para uma criança...

Quando chegamos em Manaus, finalmente saímos do avião. Tínhamos duas horas pra ficar no aeroporto guardando a próxima conexão, e aproveitamos pra esticar as pernas, comer alguma coisa, descansar um pouco. No vôo pra Santarém, que durou uns 50 minutos, o Erich adormeceu e só acordou no dia seguinte, já na casa do vovô.

Mas voar é uma delícia, não? Apesar do stress de tentar segurar o Erich na poltrona, manter ele calmo e de ser mega cansativo ficar sentado durante tantas horas, eu curti muito a viagem. Gosto de voar. Já o Rodrigo... detesta! :(

Chegamos no nosso destino às 5h da manhã, exaustos, e minha irmã foi nos buscar no aeroporto. Fomos direto pra cama, dormir o restinho de noite e descansar o corpo... acho que apaguei em 1 minuto, nunca me senti tão cansada!

No aeroporto de Manaus: olheiras rules!
Indo para Porto Alegre

Admirando a vista

Enfim, desembarcando em Santarém

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Aspectos positivos da viagem


Nem todo o passeio foi terror. Ao contrário, na praia o Erich se divertiu como NUNCA. Brincou na areia, na água, correu muito, pegou caranguejo (morto) na mão, jogou areia na dinda, curtiu pra caramba. Conseguiu até tirar um cochilo tomando 'tetê'. Nunca vi ele tão feliz!!


Aspectos negativos da viagem + culpa de mãe

Domingo, 19 de fevereiro de 2012.

Tô passando por um daqueles momentos na vida em que a gente percebe. Percebe que a vida não é e não vai ser como um dia foi. Não importa que vc esteja na companhia das mesmas pessoas, que vc vá aos mesmos lugares, não importa. Nada mais vai ser igual.
Confesso que eu pensei que pudesse desfrutar dos mesmos programas de outrora, mesmo com filho pequeno. na minha ingenuidade, achei que, se carregasse o Erich pros lugares onde gostássemos de ir, ele se tornaria automaticamente nosso "parceirinho" e se adequaria a esse nosso mundo. Ledo engano.
Levamos o Erich pra passar uns dias na praia, na casa de uns parentes do Rodrigo (nossa primeira ideia era acampar, daí imagina o terror ao cubo). Cada minuto na casa foi um terror. O Erich não se familiarizou com nada, e olha que eu trouxe vários brinquedos dele. Não quis comer, não quis brincar, não quis tomar banho, não quis NADA além de CHORAMINGAR 24h por dia.
Nos passeios de rua ele se portou bem melhor, exceto pelo ímpeto dele de correr pro meio da rua, subir nos brinquedos mais altos/perigosos do parquinho e sair correndo mar adentro, mas isso é normal.
Enfim, saí pra me distrair, acalmar os ânimos, esquecer os problemas, e tô voltando pra casa mais cansada do que quando saí.
Nos últimos 2 anos minha vida mudou tanto que parece que ainda não me adequei. Daí bate uma culpa materna por ainda desejar manter hábitos do passado impossíveis de se manter. culpa por sentir falta de ser eu mesma, de ser só eu. Culpa por me sentir tão cansada às vezes. Culpa, culpa, culpa.

domingo, 12 de dezembro de 2010

viagem internacional, sim senhor!

porque passou da fronteira já é outro país, né? Mesmo sem avião nem passaporte, indo de carro mesmo, andando 120km, sábado fomos ao Uruguai, e foi a primeira viagem internacional do Erich. Foi um caos. Mas foi bom.
Com o calor abafado de uns 40 graus eu já contava, mas não tinha pensado no óbvio; que sendo um sábado, em dezembro, perto do Natal, décimo terceiro salário, etc, aquela avenidazinha dos free shops e os próprios estariam LOTADOS até os guardanapos e nós mal conseguiríamos transitar por lá. Pois é; depois de rodar uns 10 minutos atrás de estacionamento, pegamos, na maior inocência de principiante, o carrinho de bebê pra não ter que levar o Erich no colo (afinal os 7kg que ele pesa f%$@* minha coluna). No primeiro free shop já quase não conseguimos entrar, nunca vi tanta gente junta, pensei até que tavam dando alguma coisa de graça. Bem, depois de conseguir entrar no Neutral com carrinho de bebê, mas sem poder transitar muito devido à superlotação, o Erich abre o berreiro pra sair do carrinho. Vê se pode, depois de tanto esforço empurrando aquele trambolho, meu filho resolve terminantemente que não quer ficar ali. Lá vamos nós de volta ao nosso carro pra deixar o carrinho, eu com um salto de 10cm ( claro que nao podia fazer minha viagem internacional com meu humilde 1,50 né). O Rodrigo carregou um pouco e depois eu. Fizemos nossas poucas compras e quando íamos embora o trânsito na ponte simplesmente parou. Sorte né? Nem acreditei quando cheguei em casa, lar doce lar, que dia cansativo meu deus. Mas valeu a pena; sempre vale a pena esse tipo de passeio em família. AMO meus 2 homens^^.