Amando cada dia mais o meu gurizinho! Ser mãe é tudo de bom!
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sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Semana Mundial de Amamentação

Estamos na Semana Mundial da Amamentação. para muitas mães, uma coisa natural e simples, para algumas, um tabu. Eu respeito muito aquelas mães que queriam e tentaram mas não conseguiram (por n motivos) amamentar. Mas eu tenho pena daquelas que optaram por oferecer mamadeira com leite de lata por achar que estavam fazendo o melhor. Não estavam. 

Já relatei em outros posts as dificuldades que enfrentei para conseguir amamentar meu bebê. Foi dor, desinformação, pressões externas. Conselhos que eu não pedia. Antes do Erich nascer eu pensava que não precisava aprender nada sobre amamentar, que seria fácil, que o bebê pegava o seio e pronto. Quando vi que não seria tão simples, tive medo de não conseguir. Ainda no hospital tive que ouvir comentários do tipo: "o leite dela é fraco." porque o Erich chorava o tempo todo, de fome, porque não conseguia sugar o peito. Em 7 dias ele quase não ganhou peso. Cheguei ao ponto de pensar em desistir. Mas fui forte, mantive firme o meu propósito, a minha certeza de que sim, eu era capaz de alimentar a minha cria. E foi dando certo. Até que acertamos a pega e ele começou a engordar como deveria.

Vi muitos casos como o meu acabarem em leite artificial. Uma pena pro bebê. Já vi muitas mães duvidarem da sua capacidade de nutrizes, acreditarem que se um bebê quer mamar o tempo todo é porque o leite não sustenta. Que quando chora não pode dar peito porque VICIA. Que mamar de madrugada é errado. Que depois dos seis meses o LEITE VIRA ÁGUA. Que amamentação prolongada é feio, desnecessário, errado, imoral, traumatizante.

Eu tenho dó desses bebês. O aleitamento materno é tão perfeito e faz tão bem, que deveria ser direito de todos os bebês. Por que seria melhor acostumar a criança com um bico de plástico do que procurar o seio quando tem vontade? Chupeta sim é vício. Se aconchegar ao seio é natural. Estou amamentando há 3 anos e não faria diferente se tivesse outro filho. Nunca foi incomodo nenhum dar o peito pro meu filho sempre que ele quis. Nunca houve restrição de horários, lugares, nada. Por conta própria ele foi adequando os horários às suas necessidades, passou a mamar somente pra dormir lá pelos 2 anos. E hoje mama dia sim dia não, mais ou menos. Nada de bicos, mamadeiras, "paninho". Só o peito.

Falta autonomia por parte das mães. A maioria vive a ditadura da medicalização da vida: pediatra todo mês, e vou dizer, sem a menor necessidade. Pesar e medir pra ver se a criança está se desenvolvendo bem? A mãe percebe isso no dia-a-dia trocando a roupa e vendo que não serve mais. Pediatra achou o bebê pequeno? Toma LA. E a mãe compra o leite, sem pensar. Porque o médico é O CARA. Vê a criança uma vez por mês mas sabe dela melhor que a mãe, não? NÃO. Se eu fosse atrás de pediatra já teria desmamado há muito tempo, teria entupido meu filho de vitaminas desnecessárias, nunca teria feito cama compartilhada...

Mas graças ao bom senso que Deus me deu, aqui estamos nós! Muito bem, obrigado, com nossas escolhas. Meu filho é muito saudável, esperto, carinhoso, lindo... e mamar até os 3 anos (e além) não atrapalha a vida dele em NADA! 

Vou dizer o que sempre digo às mamães que eu conheço: amamentem muito e em livre demanda, se entreguem à sua natureza, sigam seus instintos. 

E leite de vaca é pra bezerro!

quarta-feira, 20 de março de 2013

A amamentação e hipocrisia

Hoje me deparei com uma polêmica na rede social (vulgo Facebook):
A imagem acima suscitou uma discussão que me deixou, no mínimo,chocada. Surgiram muitos comentários, em sua maioria apoiando a causa da amamentação em público como direito da mãe e do bebê. Porém, algumas pessoas se posicionaram contrárias às mães que amamentam em locais públicos, alegando que isso é imoral, que é falta de respeito com os outros, que ninguém merece ver tetas na rua, etc. E, pasmem, quem afirmou tudo isso foi uma MULHER!!

Eu me choco porque no meu entender uma mulher deveria ser a última pessoa a se incomodar com um ato tão humano quanto a amamentação, não consigo entender esse machismo que parte das próprias mulheres!  Essa mesma pessoa afirmou que as mães precisam se preservar, que ao mostrar os peitos na rua estão chamando a atenção dos tarados, entre outros absurdos que eu prefiro nem mencionar.

Gente, o que é isso?
Que país é esse onde amamentar o filho é imoral, enquanto desfilar de tetas de fora no carnaval (ou não) é super normal? Mulheres na rua com decotes que mostram MUITO MAIS o peito do que uma mãe amamentando! Isso sem falar no desfile de BUNDAS que se vê todos os dias em shortinhos que mais parecem roupa de baixo.

Inconcebível crer que as pessoas se sentem incomodadas ao ver uma mãe amamentando seu filho, até porque sejamos francos, o bebê cobre toda aréola do seio, o que sobra pra ver? É tão imoral assim?? Imoral é ficar encarando, pô!

Cansei de dar de mamar na rua, no supermercado, no ônibus, onde for, e mesmo com meu filho já grandinho (2 anos e 10 meses, MAMANDO, COM MUITO ORGULHO) não me sinto na obrigação de me esconder pra dar o peito a ele se ele pedir. 

Sinceramente, eu não esperava que a imagem rendesse tanta discussão, pelo menos não nesse sentido. Por que será que é tão difícil pra tanta gente entender a amamentação como algo natural?

Bem, aqui estamos nós, quase 3 anos de amamentação e sim, tenho muito orgulho disso. Já falei sobre os benefícios de amamentar  aqui e em outros posts, então não vou me prolongar. Quando estiver pronto, ele vai parar de pedir o peito, é uma questão de maturidade. Até lá, sigo dando de mamar com todo carinho, claro que às vezes eu canso, tem dias que a gente não está disposta, mas sempre amamentei com prazer. É algo natural pra mim e não me importo se as pessoas gostam ou não. O peito é meu, o filho também e nós sabemos o que é bom pra nós.

Não há outra palavra pra qualificar esse tipo de moral torta que muitos pregam, a não ser HIPOCRISIA. Novelas, BBB's, carnaval, etc com mulheres seminuas e cenas de quase sexo explícito pode, dar de mamar não pode? Em vez de mandar a mãe amamentar no banheiro, mandem a Globeleza guardar os peitos e a piriquita pelo menos no horário nobre! É de perder a paciência, viu?

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Mais do mesmo

Não queria mais ficar batendo na mesma tecla, mas o assunto me veio à tona mais uma vez.

Tivemos que levar o Erich no pediatra (outro) novamente, por conta de uma tosse incurável. Levamos numa que nos foi muito bem indicada, e que por acaso é esposa do GO que fez o parto do Erich. Ok.

Clinicamente falando, gostamos muito dela. Atenciosa, carinhosa, conseguiu examinar o Erich sem que ele chorasse, e isso nunca acontece. Rolou uma química entre os dois. Ela se interessou pelo histórico dele desde o início, traçou um perfil, examinou a curva, tudo ok. Nos tranquilizou quanto ao crescimento e (não) aumento de peso dele, descartou a necessidade de novos exames de sangue, passou a receita de um anti-alérgico pra tosse. Elogiou, disse que ele está muito bem, de acordo com a rotina que descrevi, a alimentação também está ok, só elogios.

Mas, então...

"...Até quando ele mamou?"

eu: "Até agora, quero dizer, ele ainda mama antes de dormir e quando está dodói..."

ela: "Não quero mais isso!!!!!! Teu leite é uma água já há muito tempo, só serve pra atrapalhar a alimentação, ó, vamos parar com isso."
eu:












Cara de alface completa porque nessas horas nunca sei o que dizer. 

tentei ser educada porém firme na minha convicção, expliquei que a amamentação não está atrapalhando nada, que ele não substitui refeições pelo tetê, que inclusive ela mesma elogiou a alimentação dele, que ele mama só pra pegar no sono... Mas não adiantou, ela seguiu insistindo demostrando que está desatualizadíssima no assunto, e eu não fui lá pra bater boca com ninguém.

Lógico que saí de lá um tanto abalada. Chateada seria uma palavra melhor, talvez.

Porque esse tipo de situação me deixa muito frustrada, sabe, porque desde o início enfrentei muitas dificuldades pra amamentar. Eu tinha idéia de amamentar até 6 meses, mas fui estudando, pesquisando e aprendendo sobre os benefícios imunológicos e pronlonguei. Não me arrependo e tenho certeza de que fiz/faço a coisa certa; mas quando me deparo com um profissional da saúde, que teria a obrigação de orientar as mães no sentido de privilegiar o aleitamento materno pelos INÚMEROS benefícios, e esse profissional faz justamente o contrário (quase me criticou por nunca ter usado mamadeira!), honestamente, pra mim isso é broxante demais. Por um microssegundo cheguei a questionar minhas próprias convicções, mas não, não me sinto errada. Não mesmo.

Além dos benefícios imunológicos, acredito (e não estou sozinha) que o desmame é um processo natural e muito ligado ao emocional -- de mãe e  filho. Sendo assim, deve ser uma decisão de ambos, mãe e filho, não do pediatra. É muito pessoal. Eu não abro mão de criar o meu filho conforme os meus instintos e convicções, acho que é um direito meu. Respeito e muito os pediatras, porém acredito que sua função se restrinja à área da saúde, quando se trata do nutricional e do emocional, já foge do conhecimento deles. Assim como eu respeito os anos de estudo e experiência, quero ser respeitada como MÃE.

Me chateia esse tipo de coisa, como eu disse, enfrentei muitas dificuldades pra amamentar e ainda enfrento muito preconceito. Mas pelo meu filho eu sei que vale todo esforço, ele é uma criança feliz, segura, saudável, que socializa muito bem. Eu sei que estou fazendo o melhor.

Em resumo, ficamos com a pediatra. Quando precisar, levaremos nela. MAS, o modo de criar meu filho só diz respeito a mim e ao pai dele. E estamos de acordo e muito certos dos nossos métodos.


*Para saber mais sobre amamentação prolongada, clique aqui.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

30 meses e mamando!

Ah gente, cansei.

Já fiz vários posts sobre amamentação prolongada. Expus evidências científicas/empíricas de que só faz bem à criança, de que melhora a imunidade, faz bem pro vínculo mãe-filho, de que alimenta melhor do que qualquer leite comprado, fórmula ou 'caixinha'. 

Não adianta.

A maioria das pessoas ainda alimenta muito preconceito contra amamentação de bebês, o que dirá maiores de 2 anos. 

Se dou de mamar na rua, as pessoas olham torto. Algumas perguntam a idade do meu filho, e não escondem  o espanto quando eu digo 2 anos e meio, e muitas torcem o nariz e dizem que é um absurdo, que tem que tomar leite de vaca (e ele toma, também), que por isso que ele é magrinho, que vai mamar até ficar adulto (???). Algumas ainda dizem "pobre mãe!", como se eu merecesse toda pena do mundo.

Cansada de ter que explicar o óbvio pra quem não quer entender, desisto oficialmente dessa batalha. Agora se alguém perguntar quando ele vai desmamar, vou responder que não sei e pronto. Chega de conversa porque, sabe, a gente cansa. Quem sabe do meu filho sou eu, se ele ainda mama é porque ainda precisa, porque o desmame tem mais a ver com maturidade do que com o tamanho da criança. Quando for a hora ele vai desmamar. Não me sinto desconfortável em amamentar, ao contrário, eu adoro, tenho certeza que ele está muito bem nutrido e quando fica dodói e não quer comer, quem segura a barra é o peitão aqui.

Vivemos uma inversão de valores tamanha, que uma mãe amamentando é mal vista, mas se sacar uma mamadeira e dar pro bebê todo mundo acha normal, se enfiar uma chupeta na boca dele pra parar de chorar, coisa mais normal do mundo.

Isso e uma publicidade hiper agressiva empurrando leite artificial como se fosse a coisa mais segura e saudável que existe, uma indústria que quer vender o leite em pó no lugar do leite materno, a papinha industrializada e o iogurte, não preciso citar marcas.

Amamentar não é fácil, enfrentei muitos desafios desde o início, e o apoio do marido é fundamental. O Rodrigo sempre me apoiou e me apóia na amamentação do Erich, o que só me deixa ainda mais segura pra continuar. Vou seguir amamentando meu filho, acredito que quando ele estiver pronto vai largando aos poucos o hábito, e acho isso normal. O desmame natural nos humanos ocorre entre 4 e 5 anos. Me sinto tranquila quanto a isso.

No mais, cansei, viu? Amamento porque quero. Ponto final.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Opinião própria, toda mãe devia ter!

Hoje fui buscar o Erich na escolinha e ele me pediu tetê. Ok, normal (pra mim), sentei no sofá da salinha de entrada e satisfiz o desejo do meu filho. Eis que chega uma mãe e me pergunta apavorada a idade do Erich, quando eu digo 2 anos ela simplesmente arregala o olhão e pergunta: "Mas e o pediatra, o que acha disso???"
 Eu respondo educadamente que não dá pra ir atrás de tudo que o pediatra acha, que deve-se ter senso crítico. Que o ministério da Saúde recomenda a amamentação além dos 2 anos de idade.
A criatura arregala o olho again dizendo que faz parte de um grupo de gestantes e que nunca ouviu falar disso. Faço minha tradicional cara de alface e sigo dando meu peito pro meu filho, afinal se alguém tem que se incomodar com isso sou eu, não acham? E eu faço isso com prazer e consciência de ser o melhor.

Não sei porque nossa cultura coloca o pediatra num pedestal e acha que tudo que ele fala é lei. Em se tratando de saúde, de medicação, prevenção, etc, tudo bem, a autoridade, a referência maior é o pediatra. Mas no que concerne aos hábitos da família, como a rotina de sono/alimentação, a amamentação, enfim, o pediatra não devia opinar. Cada família tem o seu esquema próprio e sabe como e o que funciona melhor. Pediatra é médico, médico trata de saúde, não de sono ou alimentação.

Desde que completou 1 ano, o Erich não vai mais ao pediatra todo mês. Ele só vai quando precisa, ou seja, só quando adoece. Mas parece que isso não é o "normal", todas as mães que conheço não dão uma banana pro filho sem consultar o pediatra antes. Senso crítico, pra que?
Claro que eu respeito esse profissional (como qualquer outro), só acho que a opinião dele é supervalorizada. Infelizmente, a maioria não se atualiza, e às vezes tem uma opinião retrógrada em relação à amamentação, o que acaba prejudicando o processo se a mãe não corre atrás de informação. E, vamos combinar né, informação é o que não falta hoje em dia. Só não aprende quem não quer.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Mais sobre amamentação

Estamos na Semana Mundial da Amamentação, e, como todos sabem, eu sempre levanto a bandeira da amamentação, SEMPRE, acho que nunca é demais falar, esclarecer, e desmistificar. Pois por incrível que pareça ainda tem gente que acha a amamentação dispensavel, acha que o leite NAN é melhor, que o leite materno é fraco.

Amamentar é um desafio, além de físico (sim, vai doer no início, seus peitos vão cair, vão inchar, vão doer) é um desafio moral. Porque quase ninguém vai te apoiar, pasmem que inclusive os pediatras vão defender a mamadeira, porque toda vez que tu disseres que teu bebê de 5 meses mama EXCLUSIVAMENTE no peito as pessoas vão te olhar torto.
E, mesmo quem apóia a amamentação exclusiva até 6 meses acha que depois disso pode parar. Que quando chega nessa idade aperta um botaozinho que faz o bebê querer e poder se alimentar de qualquer outra forma, que o leite materno já não serve mais pra nada. Mamar depois dos 2 anos, então? Aberração, mau costume, vício.

Pra mim, vício é aquela criança que berra quando perde a chupeta, que depende de uma fraldinha pra cheirar antes de dormir, que só cala a boca quando enfiam a chupeta. Peito não é vício. Peito é alimento, aconchego, amor, vínculo, carinho. É o que segura a barra quando a criança tá doentinha e perde o apetite pra tudo o mais. É o que garante a ausência de uma gripe atrás dA outra, o que protege contra inúmeras doenças. Peito é natural, somos mamíferos.

rto pra Erich, mamando, aos 2 anos e 3 meses
Quando for o momento certo pra ele, o Erich vai largar o peito. Claro que cansa, tem dias que eu simplesmente tô tão cansada que decido desmamar. Mas claro que eu penso melhor. desmame não tem a ver só com a minha decisão, mas com a maturidade emocional dele. E enquanto ele quiser, vai poder mamar.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Blogagem Coletiva: a Criação com Apego



Desde que me tornei mãe, muitas das minhas idéias pré-concebidas de como exercer a maternidade mudaram muito, tipo, drasticamente. Porque antes de ser mãe (ou pai), todo mundo tem uma idéia e uma solução para todos os problemas (dos outros), acha que sabe tudo e que quando for a hora vai saber lidar com todas as questões, mimimi.

Mesmo antes de o Erich nascer, eu tinha certeza de que queria amamentá-lo pelo menos até os seis meses, e depois comecei a buscar informações sobre, e aprendi sobre os benefícios da amamentação prolongada e decidi que ele iria mamar até quando quisesse, contrariando muita gente, muita "sabedoria" popular, que aliás se eu fosse atrás disso teria feito desmame lá pelos 4 meses. E como sabem o Erich mama até hoje e estamos muito bem com isso, obrigada. Já falei um sem-número de vezes o quanto acho importante, o quanto faz diferença esse apego, esse vínculo entre mãe e filho. Na nossa época, em que cada vez se deseja a independência dos filhos mais cedo, eu prego o contrário e acho que tudo tem seu tempo, que criança pequena tem que ser apegada aos pais, tem que se sentir segura e amada e que a própria criança vai "desapegando" conforme ela cresce; não é preciso forçar um amadurecimento deixando a cria berrando sozinha no berço pra dormir, por exemplo.

Sobre isso também mordi a língua; nunca cogitei a hipótese de compartilhar a cama, até o Erich nascer. Aqui em casa foi a solução pra nossas noites, e só agora estamos pensando em iniciar o descompartilhamento, pois o Erich tá crescendo e ficando muito espaçoso, mas também não temos pressa. Ele vai dormir na cama dele quando estiver pronto. Não vou ferberizá-lo pra ele aprender a dormir sozinho, pra mim tá ótimo deitar com ele e amamentar até ele pegar no sono.

Enfim, o Rodrigo e eu estamos criando o Erich com MUITO amor, MUITO apego, carinho, cumplicidade; queremos transmitir pra ele toda segurança do mundo e que ele aprenda que o que importa na vida é isso; a família, o amor.