Amando cada dia mais o meu gurizinho! Ser mãe é tudo de bom!
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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Capítulo final

Ontem encerramos uma etapa; a da escola do Erich. Foi abrupto, estressante, constrangedor, ms simplesmente não dava pra continuar.

Pelo terceiro dia consecutivo fui buscar o meu filho na escola e ele tinha uma marca de mordida no braço. O mesmo discurso de sempre, a mesma criança mordeu ele, sendo que ontem mesmo na entrada eu pedi educadamente pra professora não deixar os dois perto um do outro, cuidar ( que é o trabalho dela) pra não acontecer outra vez. Que já não é a primeira e nem segunda, mas a terceira mordida. Em tres dias seguidos. Que mãe acharia isso normal?

Educadamente falei pra professora que não dava pra aceitar, que ele precisava ficar seguro na escola, cmo eu vou ficar tranquila assim? Veio a pedagoga e foi se alterando, dizendo que já tinham falado das mordidas na última reunião, que é normal, que são só crianças... E eu sei. Sei que se tratam de crianças e não tô aqui condenando a criança que mordeu, mas as professoras que não cumpriram com seu papel ao permitir que acontecesse 3 vezes seguidas com a mesma criança.

Eu educadamente disse a elas que não aceitava isso e ia retirar o Erich da escola pra umas férias, mas o Rodrigo entrou na conversa e disse tudo o que eu não consegui, no tom que eu não tive coragem. Em resumo saímos brigados com a escola toda, professoras, diretora, pedagoga. Pra defender nosso filho.

A questão é que pra mim é impossível ir trabalhar tranquila depois disso, ontem mesmo eu já fui buscá-lo com receio e dito e feito, lá estava o meu filho com um roxo no braço outra vez, e repito que ele não sabe se defender ainda, então, dá pra entender a minha indignação. às vezes penso se não tô exagerando, mas não creio que alguma mãe conseguisse aceitar numa boa essa situação.

Lamento que tenha acabado assim, porque eu gostava da escola. Até então não tinha nada a reclamar. Mas como aceitar que ninguém viu ele ser mordido 3 dias seguidos? E se continuasse indo, ia acontecer quantas vezes mais? Tô chateada pra caramba, sentindo que meu filho pode sair perdendo, pois está habituado à rotina, aos colegas, às professoras. Mas e a nossa tranquilidade?

Vai levar um tempo até que eu volte a confiar numa escola pra deixar o Erich, me sinto sem chão nesse momento pois de um dia pro outro não tenho onde deixá-lo. Como eu disse, fico me perguntando se não fui radical, mas depois eu penso melhor. É absurdo o que aconteceu.

Veja sobre a primeira mordida aqui

E sobre a segunda aqui

sábado, 1 de dezembro de 2012

De novo!

Caráleo, morderam o Erich de novo na escolinha.
Poha, tô muito furiosa e na boa, se acontecer outra vez, ele tá fora da escola.

Não quero nem saber de mimimi, que faz parte da idade e não sei  o que. Como eu disse, o Erich nunca mordeu ninguém e eu acho o fim da picada deixarem acontecer 2 dias seguidos, com a mesma criança. Fui buscar meu filho ontem e lá estava ele com uma poha duma mordida no nariz. No mínimo um descuido sem tamanho ocorreu ali.

Fico puta com esse tipo de coisa porque pow, educo meu filho pra não ser agressivo de jeito nenhum, e ele não sabe se defender. Deixo ele na escola pra ele brincar, socializar, ter atividades educativas, não pra ser mordido. 

Já disse que se acontecer de novo, vai ser a última vez. Trago ele pra casa porque na boa, ninguém melhor que a mãe pra cuidar do filho, saca? Não tive filho pra deixar pra terceiros cuidarem, e mal.

Não quero saber de desculpas, até porque não tem, só quero poder me sentir segura deixando meu filho na escola. Qualquer mãe no meu lugar estaria indignada, é impossível levar na boa o filho de 2 anos mordido 2 dias seguidos. É inacreditável até.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Questão delicada

Já li muitos artigos sobre desenvolvimento infantil, e aprendi que as mordidas fazem parte do processo. Que muitas crianças de 1-2 anos mordem os amiguinhos numa tentativa de se expressar, já que ainda não sabem se comunicar com perfeição. Ok.

Porém tudo é muito normal quando acontece com os outros, porque quando é o filho da gente, tudo muda: o Erich foi mordido na escolinha ontem.

Já imaginei a cena; ele chorando fazendo beicinho e eu não estando lá pra consolar/cuidar.

Quando me contaram que ele havia sido mordido por um colega, tentei ser compreensiva e educada, claro, afinal acontece e não é raro. Mas ver a marca de dente no bracinho do meu filho doeu em mim; e fiquei muito chateada. 

Embora eu saiba que é considerado normal, uma fase do desenvolvimento, me revolta isso acontecer com o Erich porque ele nunca mordeu, nem é agressivo com os amigos de jeito nenhum. Ele é muito amoroso. E por ser assim toda vez que um amigo machuca ele, seja brincando ou por querer, ele fica muito magoado, chora aquele choro com sentimento, sabe, com beicinho. Nossa, fiquei muito chateada mesmo e espero que não se repita. Entendo a situação mas as professoras tem obrigação de estar de olho, né?

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

lenço pra que te quero

Desde que o Erich passou a frequentar a escola, ele está mais sociável, comunicativo, falante, e BEM mais agitado. Sem dúvida a convivência com crianças da idade dele e a rotina da escola estão fazendo muito bem a ele.

Agora vem o porém, né, tudo tem dois lados.

Desde que começou na escola o Erich NUNCA ESTÁ 100%. Está num resfriado/gripe que não cura há 1 mês. melhora, o nariz para de escorrer, a tosse vai embora. E volta uma semana depois.

Claro que não é culpa somente da convivência com várias crianças, lógico, tem o fato de sair pra rua todos os dias, mesmo frio e chovendo. E tem o fator umidade do cão, porque nessa cidade as paredes apodrecem de tanto mofo no inverno. Com esse tempo que não melhora, a umidade, o pó da primavera, esse vento medonho... abre a temporada das doenças respiratórias. Aqui em casa todos temos rinite/sinusite e isso inclui o erich. Ultimamente ele anda sempre com o nariz correndo, com tosse e eu fico com coração na mão. Inevitável bater aquela culpa básica, imaginar se eu tivesse com ele em casa ele teria menos crises, mas... sei que tem coisas que não dá pra evitar.

primavera é a época das alergias mesmo. Difícil é ver o filho dar dois passos e voltar dizendo 'nariz, nariz', todo ranhento. Ele até já sabe se dirigir ao banheiro e pegar papel higiênico pra limpar o nariz. ^^


sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Semana da Criança na Escola



brincando de roda, gente!que lindoooo!
Então que lá na escolinha do Erich foi decretada a Semana da Criança, com direito a uma semana inteira de festividades. Teve piquenique, festa à fantasia, cupcakes (chiques, não?) e até passeio pro Baladinha Kids. Oi, como assim, passeio? Passeio. Meu filho sendo transportado de um lugar a outro sem a minha presença. Aguento?

E lá foi ele todo sorrisos passear de ônibus lotado de crianças felizes, todo homenzinho, super comportado, muito contente. Mamãe com coração na mão só imaginando se ele não iria estranhar, sentir minha falta, chorar, chamar manhêêê....

mãe é boba, não?

O Erich se divertiu como nunca e há fotos pra provar!!
Nessas horas é que eu entendo porque ele me trocou pela escola... é beeem mais divertida mesmo!

Erich e a tia Grace: um caso de amor

Felicidade define.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

"Tabus" maternos- o que pode e o que não pode

Quando a gente se torna mãe (digo, logo que fica grávida) surgem muitas dúvidas de como agir com o bebê, mas principalmente surgem muitos palpites. Sim, todo mundo sempre vai ter a solução pra  todo e qualquer problema/situação na nossa vida materna. O negócio é saber ouvir, filtrar o que presta, ter senso crítico e formar nossa própria opinião. Seguem alguns ítens que considero de certa fora polêmicos no universo materno:

*Chupetas/bicos: Nunca fiz questão que o Erich usasse. Lá nos primeiros dias de vida dele, por "pressão  externa" e falta de experiencia cheguei a tentar com que ele aceitasse a chupeta, mas ele não quis e parei de insistir. Nunca fez falta.

*Mamadeiras/leite artificial: Eu tinha mamadeira e leite NAN guardado em casa, caso um dia precisasse. O Erich sempre mamou no peito e só uma vez eu ofereci a mamadeira de NAN porque ele tinha ficado sem mamar o dia todo e me preocupei. Mas ele não quis tomar e também não insisti, pois sempre soube que o leite materno era suficiente e bem melhor que NAN. Esse negócio de leite fraco, pouco leite, pra mim é tudo mimimi. Quanto mais o neném suga, maior é a produção. O peito nunca vai secar se for estimulado.

*Deixar chorar/manha: Pra começar não acredito em manha. Pra mim isso não existe. O que chamam de manha geralmente é carencia, e isso é totalmente normal. Claro que o bebe vai preferir o colo da mãe a ficar atirado no carrinho ou no berço o tempo todo. Deixar chorando pra se acostumar pra mim é crueldade pura, pois quanto mais chora, mais o bebe libera o hormonio do stress, mais irritado ele fica, mais dificil vai ser ele se acalmar. Imagina a gente tentando se comunicar do único jeito que sabe e ninguém nem se esforçar pra entender. Cruel demais. Além do mais, colo não estraga criança. Amor nunca atrapalha, pelo contrário. Se toda vez que chorar uma criança for atendida, mais segura ela vai se sentir. Do contrário, vai acabar percebendo que não pode contar com ninguém e sim, vai aprender a se acalmar sozinha. Mas pra que ter filho então se não pode conforta-lo quando precisa?

*Papinhas Nestlé: Ah, essas danadas!! Como o Erich simplesmente odiava minha comida, nunca queria comer e quando comia vomitava tudo, um dia comprei um potinho de Nestlé pra ver o que acontecia. Adorou, comeu tudo e pediu mais, quase nos levou à falencia. E apesar do que a maioria das pessoas pensa, essas papinhas não fazem mal ao bebe, elas são feitas com ingredientes naturais e não têm conservantes, o que conserva é o vácuo (tanto que depois de abrir o potinho tem que consumir imediatamente). Claro que não é o ideal, o que a gente prepara com nossas próprias mãos é sempre melhor, mas também não é veneno. Acho engraçado como todo mundo defende o leite artificial como a melhor coisa do mundo e as papinhas industrializadas são apedrejadas. É uma questão cultural, pois na Europa por exemplo, o costume mais comum é dar as papinhas compradas aos bebes. 

*Cama compartilhada: Nem preciso falar muito, tenho vários posts sobre o assunto. Sim, ainda dividimos a cama. Não, isso não atrapalha em nada nossa vida de casal. Se um casal depende só da cama, da hora de dormir, pra fazer sexo, tenho pena desse casal. Nós a-d-o-r-a-m-o-s dormir todos abraçadinhos e logo logo o Erich vai para o quarto dele, sem traumas, sem estresse, sem forçar nada. Tudo tem seu tempo.

*Palmada/bater pra educar: Sei que muitos de nós apanhava (e muito) quando era criança. Mas isso não quer dizer que esse seja o melhor jeito de educar. Não acho que se eu me impôr pela força meu filho vai me respeitar mais, acho que isso só vai fazer com que tenha medo de mim. Sinceramente conheço várias crianças do tamanho do Erich que apanham e vou te dizer, não vejo elas melhorarem em nada o comportamento. A gente educa com exemplos, não com força bruta. Precisava duma lei pra isso? honestamente não sei, mas aqui a gente precisa de lei pras coisas mais óbvias, como não maltratar os idosos, não espancar os filhos... 

*Escolinha: Muitas outras mães me perguntavam quando eu ia botar o Erich na escolinha. Eu nunca sabia responder, pois não tinha nenhuma pressa. Acho que fiz muito bem em ficar com ele em casa até os 2 anos, não me arrependo, mesmo tendo sido mais complicado adaptá-lo à nova rotina. Não sei se teria coragem de pôr meu bebe de poucos meses na creche (claro, a não ser por necessidade). Planejamos ter nosso filho nesse momento, planejamos não deixá-lo em creches antes dos 2 anos. Escolinha pra mim é a partir daí, antes disso só por extrema necessidade mesmo.

Acho que era isso. O mais importante é agir com segurança, com convicção de estar fazendo o melhor. Seguir nossos instintos é fundamental, não adianta ler trocentos livros de maternidade, pegar opinião de todo mundo, se a gente não está segura de como está agindo. Ser mãe é ter discernimento.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Amada escola

Gente, fui trocada, usada e jogada fora.

Meu filho simplesmente ME TROCOU pela escolinha. Pra quem já chorava quando passava na frente da escola, foi uma mudança bem radical, não?

Antes quando eu ia buscá-lo no fim da tarde ele corria pra mim, pedia 'tetê', agarrava no meu pescoço e dizia "embora!".  Agora ele CHORA, ESPERNEIA, CHUTA (EU), GRITA, que quer ficar na escola. Coloco à força no carrinho, preparo minha cara de alface para o público que observa atônito e tento argumentar que amanhã tem mais, que a tia também vai embora, que a escolinha vai fechar, que é noite, mimimi. Adianta? Ele grita mais, no auge dos seus terrible twos.

Sinal de que é uma boa escola, não? De que ele está se sentindo tão bem lá que não quer sair. Não me quer mais. Cortando os pulsos em 3,2,1.... Enfeitiçaram meu filho, e agora?
Fico feliz com isso pois meu maior medo era justamente ele jamais se adaptar. Agora tenho que levá-lo à força pra casa. Taí uma coisa que eu nunca poderia imaginar. Quando eu penso que já decifrei minha cria ele vem e me surpreende! Esse é meu filhote!

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Avaliação: 1 semana de escolinha

E que, diria, né? Tem dado certo. Pra nós dois.
No primeiro dia eu vim pra casa chorando quando deixei meu bebê na escola. Foi uma sensação estranha como se faltasse parte de mim ( de fato, faltava). Ele chorou nos primeiros dias, na hora da separação. Depois foi ficando bem.

Hoje ele nem chorou na hora do tchau. Ficou bem bonito com a professora e os colegas; eu, cheia de orgulho de ver meu filhote alçando vôos mais altos (e sem mim). Ele tá crescendo.

Quando vou buscá-lo, ele está sempre bem, sorrindo, me abraça e pede tetê. Não chora, não faz beicinho, não fica carente em casa. Parece que está se adaptando bem. Em casa, até fala nos colegas; e ele está se comunicando muito melhor. Aumentou significativamente o vocabulário depois que entrou na escola.

Quanto à mim, aproveito essas poucas horas em que o Erich fica na escola pra me dedicar aos meus estudos. Ele aprende coisas novas, brinca com outras crianças, eu consigo estudar. Ambos saímos ganhando. Quem diria, não?

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Segundo dia na Escolinha

E no segundo dia ele não quis comer.
Sim, meu filho é dado a protestos. E sabe exatamente onde me atingir; basta se recusar a comer. Mal tocou no lanche que mandei pra escola, mas não me preocupei, pois ele tinha tomado leite antes de sair. E assim que eu cheguei pra buscá-lo ele pediu 'boachinha e suco'. E comeu no caminho pra casa.

Quanto ao comportamento, hoje ele não chorou quase nada, segundo as professoras. O único detalhe é que meu filhote acha que é grande e não quer ficar na turminha do maternal, mas no pré com os maiores. Se deixar ele passa a tarde com os 'marmanjos' de 5 anos. Pode?



No mais, acho que dessa vez a adaptação vai dar certo; ele está bem melhor que da outra vez, não mudou em nada o comportamento em casa, nem alterou o sono, nem nada. Parece estar se adaptando bem, e mamãe tá orgulhosa. ;)

terça-feira, 31 de julho de 2012

Primeiro dia de Escolinha

Pra começar já acordei tensa e procurando desculpas pra desistir, tipo, "vai chover", "tá um frio do cão", deixa pra amanhã ou pro ano que vem.

Mas firme e forte como  mãe que sou, criei coragem e segui com o plano. Depois da soneca pós-almoço comecei a falar com ele, dizer que ia levá-ço pra escola, que o Arthur já estava lá esperando ele, que ia ser muito divertido. E ele assim que ouvia o nome do amigo já se assanhava pra sair. Beleza.

Chegando na escola o Erich reconhece o lugar e não quer nem entrar. Tive que entrar com ele na sala, dar uma enrolada, insistir bastante e por fim acabei saindo com ele chorando. Como o previsto. Esperei me avisarem que ele parou de chorar e saí. Vim pra casa dar uma estudada, até onde pude  me concentrar.
Fui buscá-lo duas horas e meia depois, achando que ele já estaria ansioso pra vir embora, mas me enganei. Cheguei lá ele estava lanchando, bem feliz. Veio pra casa correndo e saltitando tanto que acho que deram RED BULL pra ele, só pode.
Porém, o primeiro dia não fala por todos, pois é tudo novidade. Veremos como se comporta amanhã! Espero que continue assim e melhorando!


segunda-feira, 30 de julho de 2012

Missão Escolinha parte 2

Então vamos tentar novamente.

A escolinha.

Novamente a teoria parece maravilhosa, solução pra tudo, lá na escola ele vai estar bem cuidado, vai se divertir, conhecer outras crianças, vai gastar energia e chegar em casa feliz, vai amar. Eu vou poder trabalhar e estudar.

Mas e na prática? E a culpa que me acompanha? Culpa por saber, conhecer o meu filho e SABER que ele não vai gostar nada dessa separação, pelo menos no início. Que ele vai ficar chorando e eu vou me achar a pior mãe do mundo por deixá-lo assim. Que ele vai ficar mais apegado a mim ainda, quando chegar da escola vai grudar em mim , como da outra vez. Que eu não tenho certeza (nem perto disso) que essa é a coisa certa a fazer.

Na verdade quem não consegue iniciar esse desapego sou eu, quem precisa de psicólogo e livros do Içami Tiba sou eu. Que não consigo imaginar ninguém cuidando do meu filho a não ser eu. Que acho que só comigo ele vai estar bem e feliz. Egoísta? Talvez. Superprotetora, também. Fazer o que?

Amanhã recomeça nossa tentativa (vejam bem, tentativa, porque se eu achar que não tá dando certo, cancelo a operação) de adaptação na escola. A boa notícia é que o melhor amigo do Erich, o Arthur, vai estar junto com ele e quem sabe isso ajude.

Boa sorte pra nós!

quinta-feira, 21 de junho de 2012

E a escola, meu filho?

Como deve acontecer com muitas mães, eu pensava que a escolinha seria a solução para os meus problemas. Todos. Achava que na escola o Erich ia brincar, comer, fazer amigos, aprender a falar, cantar, dançar, ler e ser feliz pra cacete.
My mistake!

Maybe tenha sido por mea culpa que não deu certo nesse primeiro momento. Porque escolhi o PIOR momento do ano pra estreá-lo nesse mundo de escolinhas; o inverno. Esse puta inverno gélido e chuvoso e úmido do cão.

Além de todos os danos psicológicos que ele me arranjou pra não ficar na escola, ainda por cima pegou um resfriado daqueles. E ficou uma semana inteira malito. O problema é que na saída da escola já é noite e mesmo vindo de carro é inevitável que ele respire esse ar gelado dos infernos. E estamos vivendo mais uma moda de gripe A, não dá pra vacilar. Melhor  guardar a cria em casa até o verão voltar prevenir mesmo.

Dito isso, e a escolinha?

fica em off por enquanto. Pelo menos até passar esses 3 meses de frio intenso. Não quero e nem preciso que ele fique saindo todos os dias nesse tempo horrível, podemos esperar mais um pouco.
A decisão de pôr o Erich na escola não foi por uma necessidade, o que nós queremos é tentar fazer com que ele tenha uma rotina o melhor possível pra ele. brincando com outras crianças, convivendo, se socializando mesmo. E o tempo livre que vai me restar é só uma consequencia disso. Sinceramente não aguento mais ouvir de mães que trabalham fora e que deixam seus filhos na escola desde sempre que eu preciso colocá-lo na creche o quanto antes. Que quanto mais demorar pior vai ser a adaptação. Sei disso, mas também não vou tirá-lo de casa sem necessidade, até porque a nossa idéia NUNCA foi ter filho pra depois largá-lo numa creche. Planejamos nosso filho pra dedicar a ele o maximo de tempo possivel, não o mínimo. Sorry.
Demoduque quando ele for pra escola será porque já está pronto pra isso. E não antes.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Ah, a culpa... essa constante.

oi, meu nome é tatiane, tenho 28 anos e sou uma maedemerda assumida.

depois de 1 semana de adaptação, fui notando algumas mudanças de comportamento no Erich. Tipo, ele começou a querer SÓ ficar no colo. Até aí achei normal; pela separação repentina, é esperado um certo apelo emocional da parte dele. E como eu já tinha dito, desde a segunda passada ele ficou constipado e fiquei esperando normalizar, afinal sempre teve o intestino bem regulado. Mas não. Passou toda semana reclamando de dodói na barriga e sem conseguir defecar. E choramingando, e só parando no meu colo. E sem querer comer, por fim. Na sexta-feira deixei chorando na escolinha (maedemerda) e depois que chegamos em casa não quis comer nada.
Resolvi levar no médico pois me preocupei com o intestino preso dele, e já na certeza de ser algo emocional, devido à mudança de rotina. Antes tentei TODOS os métodos caseiros de liberar o cólon, mas nada funcionou. Nem o suco de ameixa que dizem ser infalível. Então no sabado levamos ele numa clínica pediátrica que costumamos levar, só que havia outra médica de plantão que não a de sempre.

(Conteúdo pra outro post pois gastamos nosso dinheiro com uma médica de merda que não serviu pra poha nenhuma).

Dei a ele o laxante que a doutora  receitou. Nada de cocô. E domingo à noite febre, nariz entupido e dodói na barriga e nada de cocô.

Agora me digam, o que me resta além de uma culpa filhadaputa? Culpa por tentar forçar uma adaptação para a qual parece que ele não está pronto. Deixá-lo chorando na escola foi o ponto alto. Provavelmente traumatizei a criança, pois agora cada vez que vou sair por uma porta ele abre o berreiro. Queque eu faço? Hoje não vou levá-lo pra escola porque não tem como levar desse jeito, enquanto não curar o resfriado e talz. E o emocional cura quando? Honestamente, não sei MESMO o que fazer. Dicas?

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Escolinha - a adaptação Parte II



E no terceiro dia, ele ficou bem.

Chorou na chegada e tive que ser forte; dei tchau e saí, deixando meu coração ali na sala de aula.
Em poucos minutos, parou o choro, e ficou bem. Não muito contente, mas tranquilo, sem choro.

Tá sendo difícil pra mim, como sempre achei que seria e por isso adiei tudo que eu pude essa nova fase.  Mas acho que é um bom momento, ele tá crescendo e com isso aumenta a demanda por novas atividades, novos ambientes, conviver  com outras crianças. Mas essa separação é repentina pra nós dois e tenho medo de não estarmos preparados.Principalmente eu, claro.
Anyway, já não estou ficando na escola a tarde toda. Se eu ficasse, ele nunca se adaptaria, pois a cada choro eu ia querer interferir. Tenho que deixar as professoras fazerem o trabalho delas, não adianta. E ele tá bem, tá tranquilo. eu sei, acabei de ligar pra lá. ;)















































































































































































































quarta-feira, 6 de junho de 2012

Escolinha: a adaptação

Então, decidimos (tentar) pôr o Erich numa escolinha. Meio período, bem de leve.
Há uns meses eu já tinha visitado algumas, e previamente escolhido a tal. De modo que já sabia onde levá-lo e nessa semana começamos a fase de adaptação.

Dia 1: Tudo tranquilo, a professora veio buscá-lo na entrada da escola, ele meio a contragosto foi com ela. Sem choro. Eu com meu coração de mãe apertadinho, fiquei escondidinha na escola pra caso ele chorasse muito. E ele só chorou (e muito) quando acidentalmente me viu, lá pelo meio da tarde.

Dia 2: Não quis ir no colo da professora na chegada. Tive que levá-lo até a sala de aula, e claro que a partir daí tudo deslanchou; ele não me deixou ir embora. Das vezes que eu tentei, chorou litros e berrou mamaaaaaaain até meu coração se despedaçar. Interferi. E lá se foi o segundo dia. Depois de me ver, não quis mais sair de perto de mim.

O problema todo é que esses dias o Erich não está muito bem. Anda com o intestino preso e consequentemente irritadíssimo, chorão, querendo só colo (de mãe). Normalmente ele é bem mais tranquilo.

Vamos pro terceiro dia na escolinha, torcendo pra que vá se adaptando e pra que eu não tenha que intervir. A escolinha é ótima, o ambiente é acolhedor, as professoras atenciosas. Tem tudo pra ele se sentir à vontade e querer ficar.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Visita à escolinha

Essa semana o Erich e eu fizemos uma visita à talvez futura escolinha dele. Fica bem perto de casa e conhecemos os donos; são primos do Rodrigo. Tudo em casa.
Gostei do ambiente, o Erich também se agradou, acho que nunca viu tanto brinquedo junto, até brincou na caixa de areia, mas dentro das salas de aula, ele fechou a cara. Literalmente. Não esboçava expressão nenhuma, parece que tava pressentindo qe ia ter que ficar lá sem mamãe. Que dó.
Bom, a idéia de pôr o Erich numa escolinha parecia ótima na teoria, afinal ele iria brincar com outras crianças, conviver, etc etc, mas na prática, não sei se estamos prontos. Sempre achei que escolinha só deve ser cogitada em caso de necessidade, pelo menos antes dos 2 anos. Uma criaturinha tão indefesa londe da mãe o dia todo sem necessidade, não acho que seja legal. Mas como ele já tá crescendo, em abril faz 2 aninhos, talvez pro ano que vem seja hora de começar a adaptar ele na creche. Até porque  vou ter TCC pra fazer, e seria uma ajuda e tanto. Mas que dói o coração.... como dói!!!